Câmara pede radares para fiscalização da poluição sonora em áreas estratégicas de São Luís

 Câmara pede radares para fiscalização da poluição sonora em áreas estratégicas de São Luís

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A Câmara Municipal de São Luís encaminhou requerimento à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAM) para instalação de radares antirruído em pontos estratégicos da capital. O pedido é de autoria da vereadora Rosana da Saúde (Republicanos) e foca, especialmente, em avenidas de grande fluxo e áreas residenciais afetadas pela poluição sonora.

No texto, a parlamentar destaca a necessidade de reduzir os níveis elevados de ruído registrados em diversos pontos da cidade. Segundo o requerimento, a poluição sonora é causada principalmente por veículos com escapamentos adulterados, uso excessivo de som automotivo e motocicletas que circulam com níveis de ruído acima do permitido pela legislação.

A poluição sonora tem se tornado um problema constante no dia a dia da população e precisa ser enfrentada com medidas eficazes de fiscalização”, pontuou a vereadora Rosana da Saúde. O excesso de barulho compromete o sossego público e afeta diretamente a saúde dos moradores, sobretudo em áreas residenciais, acrescenta.

O requerimento ressalta que a poluição sonora é reconhecida como um problema de saúde pública. Entre os principais impactos estão o estresse, os distúrbios do sono, a perda auditiva, a irritabilidade e os prejuízos à concentração e à produtividade, além da queda na qualidade de vida da população.

Fiscalização

A proposta defende a adoção dos chamados radares antirruído – equipamentos capazes de medir os níveis sonoros emitidos por veículos – integrados aos sistemas de fiscalização eletrônica. Essa tecnologia já vem sendo utilizada em outras capitais brasileiras, com resultados positivos na redução das infrações e do incômodo causado pelo excesso de ruído, informa a vereadora.

Trata-se de uma ferramenta moderna, que permite identificar e coibir irregularidades de forma objetiva e eficiente”, destacou Rosana da Saúde. Ela acrescenta que a fiscalização eletrônica contribui para tornar o controle mais justo e contínuo, sem depender apenas de ações pontuais.

Critérios

A instalação dos dispositivos, segundo o requerimento, deve priorizar áreas residenciais, escolares, hospitalares e vias de grande circulação. A expectativa é que a medida contribua com políticas municipais de proteção à saúde e ao meio ambiente, promovendo mais bem-estar, respeito às normas de trânsito e melhoria na convivência urbana na capital.

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